Não que não saiba me definir, mas poucas são as vezes que gosto de usar o clichê "quem sou eu".
"Sinto saudades de tudo que marcou a minha vida. Quando vejo retratos, quando sinto cheiros, quando escuto uma voz, quando me lembro do passado, eu sinto saudades. Sinto saudades de amigos que nunca mais vi, de pessoas com quem não mais falei ou cruzei. Sinto saudades da minha infância, do meu primeiro amor, do meu segundo, do terceiro, do penúltimo e daqueles que ainda vou ter. Sinto saudades das coisas que vivi e das que deixei passar."
"Eu não te exclui de nenhuma das minhas redes sociais. O número do meu celular continua o mesmo e o fixo aqui de casa também. Ainda moro com os meus pais naquela rua sem saída e não parei de frequentar meus lugares favoritos. Pois bem, se sentir saudades, me procure. Você sempre soube aonde me encontrar."
"Eu sei que eu posso muitas coisas sem você, e eu sei que, se eu tomar um banho quente e comprar uma roupa nova, talvez eu possa querer uma coisa que seja, só uma, sem você. Nada muda no mundo quando você não caminha ao meu lado, as pessoas quase não percebem que falta metade do meu corpo e que eu não posso ser muito simpática porque toda a minha energia está concentrada para eu não tombar."